Sobre a questão do aborto

Deixo aqui minha opinião, que é controversa de ambos os lados.

Quanto à questão do aborto, eu sigo o Expulsionismo[1]https://universidadelibertaria.com.br/uma-alternativa-no-debate-sobre-o-aborto-o-expulsionismo/.

Ou seja…
“Meu corpo, minhas regras!”
Concordo!
Mas o corpo do feto/bebê também tem seus direitos.
Portanto, uma gestante poderia, sim, retirar o ser que cresce dentro dela, mas sem causar danos ao mesmo.
Dar uma injeção letal no coração da criança? Eu não concordo.
Usar um aparelho semelhante à um aspirador de pó para destroçar o corpo da mesma? Também não.
Retirar, por um procedimento cirúrgico, sem causar danos ao corpo do bebê, ainda que este não vá sobreviver fora do útero. Eu concordo.

O corpo da mulher é sua propriedade privada.
Se entrasse um morador de rua na sua casa, você não seria obrigado a sustentá-lo.
“Mas ele vai morrer de fome se você o colocar na rua”
Não faz diferença, você não tem que cuidar dele.
Agora… cobrir o morador de rua de porrada até a morte, não pode.

Não vou ser hipócrita, simpatizo com o sofrimento da mulher que está com uma gravidez indesejada. Este que faço é um argumento racional, pelo emocional eu tenderia ao dos abortistas.

De qualquer forma, eu e minha parceira concordamos que no caso de um acidente, levaríamos a gravidez à cabo, independente dos prejuízos.

Senadores que votaram a favor da taxa da blusinha

Foi liberada a lista dos senadores que votaram contra o imposto (os que foram riscados acima). Portanto, os que ainda constam, por eliminação, votaram à favor.

Espero que a memória do povo brasileiro não fraqueje na hora da próxima eleição.

Imagem feita por Peter Turguniev[1]https://www.youtube.com/watch?v=jxYFlGXIBcw, do ANCAPSU:

https://x.com/ancapsu/status/1798489245599875278/photo/1

Para que os maus triunfem, basta que os bons não façam nada

Imagem do artista Jason Wang

Depois de um longo período na inatividade, buscando evitar conflitos, e engolindo o discurso que qualquer resistência aos atos aviltantes que temos passados trariam mais prejuízos que suportar as injustiças, cá estou eu novamente.

Esta será uma nova etapa das minhas publicações, onde voltarei a militar pelo que é certo. Acho que será bom para ambos os lados. Para quem não gostar, aqui está a evidência de que não sou da massa que não concorda mas busca evitar dor de cabeça. E quem concordar, melhor ainda, é deste tipo de gente que gosto de fazer amizade.

E, me inspirando na imagem que ilustra o post, existe sim o bem e o mal. Não sou religioso, mas existe sim esta diferenciação. Quem vier com a conversa de que o bem e o mal é relativo, meu amigo, vou falar uma coisa…

Amigos da família de Sergio Sardinha…

Para quem for do Rio ou próximo…
Meu pai precisou tomar sangue como parte do tratamento, e o hospital está pedindo doadores de sangue para repor o estoque do banco…
Quem puder se disponibilizar, eu ficaria agradecido.
A doação deve ser feita exclusivamente para o banco de sangue SERUM, Unidade Centro, Av. Mal. Floriano, 99 – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20080-004
Informar o nome completo do paciente (Sergio Sardinha)

Index

Se eu vivesse no passado, minha lista de leitura seria o Index da Igreja Católica. Isto porque quando falam que não posso ler tal livro, eu imediatamente o coloco entre minhas próximas ambições literárias.

Não acho que o que eu leio vai me influenciar negativamente, ainda que sejam obras de procedência duvidosa, a leitura, diferente de material audiovisual, não tem este poder de fazer lavagem cerebral nas pessoas. Isto porque precisa ser processada, absorvida mediante atividade intelectual. Portanto, eu como ateu, não corro perigo de em converter ao cristianismo lendo a Bíblia. Pelo contrário, o Velho Testamento é um prato cheio para me deixar mais forte em minha (des)crença.

Não vou colocar minha lista aqui, porque não é o escopo fornecer material para a polícia do pensamento criticar. Simplesmente venho declarar que acho abjeto proibir material puramente intelectual. Se você acha que sua crença é tão fraca que não pode sobreviver pura e simplesmente à ideias, não é problema meu. Não vou me impor uma autocensura porque você quer.

Grato pela compreensão

Zettelkasten, slip-box, e Niklas Luhmann

Pouco tempo atrás respondi uma pessoa em um grupo que participo. A resposta ficou extensa e tem muita coisa que poderia ser aproveitada para uma postagem, então cá estou.


O que me chamou atenção neste método foi que seu inventor, Niklas Luhmann, foi um sociólogo que começou a produzir absurdamente mais depois que começou a usá-lo.
Funciona basicamente como um sistema de referências ao conteúdo que você assimila.
Se entender Inglês, este vídeo explica muito bem:

Eu uso o sistema da Wikipédia para fazer minhas notas, porque tenho um site[1]este em que você está
Mas o pessoal gosta muito de um programa chamado Obsidian, que é de graça:
www.obsidian.md

Me recomendaram este vídeo sobre o programa (também em Inglês):

Funciona basicamente assim: você cria ligações entre as notas… por exemplo:
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References

References
1 este em que você está

.ogg p/ .mp3 no macOS

Depois de alguns momentos de desespero, e várias instalações de programas que faziam-se parecer grátis, mas eu na verdade tinham um limite de utilização sem mandar aos desenvolvedores uns trocados… finalmente achei uma solução:

É de graça, e tem para várias plataformas.
Destaquei o macOS no título porque este não tem suporte nativo ao .ogg

O conteúdo que você posta nas redes sociais não é seu

Hoje estava acompanhando um grupo no Facebook que modero há anos, e tem quase 11 mil membros. Percebo então que havia tomado uma notificação por conta de algum conteúdo que eu aprovei, e havia a ameaça de eu perder a administração do grupo.

Mesmo depois de ter administrado o grupo por uma década, ele simplesmente seria tomado. Por quê?! Porque o que fazem as pessoas que colocam conteúdo nas redes sociais, é trabalhar de graça para as corporações. Eles podem simplesmente resolver tomar as comunidades que você (supostamente) é “dono”. Como aconteceu com o Reddit.

As pessoas se rendem à magia do crescimento rápido proporcionado pelo ecossistema da plataforma, mas é ilusória a sensação de que alguma coisa sua está crescendo. Você na verdade está engordando é o bolo deles.

Eu lamento pelo fim da grande época dos blogs, quando as grandes páginas eram realmente propriedade dos seus donos. Os únicos que poderia tirar do ar um conteúdo era a justiça.