Faixa MALDITA!

Sempre que eu abro uma janela nova no meu MacBook Pro (Retina, 13-inch, Late 2013), fica um espaço sobrando entre a lateral esquerda da tela e janela.

Já procurei MUITO a solução. Não achei.
Por favor, tenho TOC!
Tem que ter um jeito de acabar com isto.
Sempre uso a versão mais atualizada do macOS.
Já tentei mexer na resolução da tela, não adiantou!

Vejam o problema na imagem abaixo:

Cliquem para ampliar!

A superioridade da falta de argumentos

Acho lindo quando alguém, vendo-se encurralado pela falta de argumentos, fala cheio de superioridade “é, você está certo”. Como em “estou cansado deste reles argumento, sobre o qual os meus são tão superiores que não vou gastar minha saliva debatendo”.

Bom também é o “vai ler”. Sim, ele quer que você leia toda a teoria que o tornou tão arrogante e no final, esperançosamente, esteja tão bitolado quanto ele que nem precise mais debater.

Demais é quando ri. Ri de seus argumentos! Não os combate, mas acha-os engraçados por uma lógica interna, que também não se dá o trabalho de explanar.

São destes medíocres, no entanto, que se deve tomar cuidado. Pois em seus esforços por terem sua intelectualidade reconhecida, impressionam algumas pessoas. Não pelo seu conteúdo, mas por sua atuação condescendente.

Desenho animado é anime?

Tudo começou com o lançamento de Avatar (The Last Airbender). Todos o chamariam de desenho animado, pois vinha de onde muitos outros o precederam. Mas ele tinha características de anime.

Então, a namorada de um amigo meu, que é japonesa, veio ao Brasil e nos disse que lá (no Japão) eles chamavam tudo que era desenho animado de anime. Então <em>anime</em> seria apenas uma palavra japonesa para designar desenho animado.

Mas venho, por meio deste post, argumentar que para nós brasileiros dizer que um desenho é anime o coloca em uma categoria diferente dos desenhos ocidentais.

Vejam, os desenhos (animes) vindos do japão geralmente tem um traço característico. Olhos grandes para fazer transparecer a expressividade. São dublados em japonês, baseados em mangás. Passam valores orientais (um ponto que acho fantástico: educação moral).

De forma que quando se fala aqui “anime”, nosso pensamento se remete aos desenhos japoneses. Diferente dos que argumentam pela gramática, anime para o brasileiro são aqueles vindos do japão. Já desenho animado é mais geral, mas o que se pensa é no Cartoon Network, na Nick, etc.

TLT – Tatiana Feltrin

tatianagfeltrin; acho que o único canal, além do meu, que eu sei a URL de cabeça. E não é à toa. Um dos melhores O melhor canal literário em Português do YouTube. Ávida leitora, Tatiana esplalha através do sua página o seu entusiasmo pelos livros.

O nome do canal, TLT, é abreviatura de “tiny little things”. Só que muita gente não compreendia direito e acabava trocando as palavras (“tiny little lies” o.O ?), e ela acaba usando só a sigla agora. No começo era para tratar também de filmes e outras coisas pequenas, mas o pessoal se interessou de tal forma pelos livros que o canal acabou enviesando para este lado.

Além da óbvia qualidade do conteúdo, algumas coisas que tornam o TLT interessante são suas propostas, como leituras conjuntasvocê escolhecaixa postal, etc.

Dá até vontade de ter um canal literário. Por quê? Pra começar, quem dá uma olhava em meia dúzia de vídeos da Tatiana, percebe que ela recebe muitos livros das parcerias e dos fãs. Ah, eu só me imagino recebendo um monte de livros pelo correio! Mas como não tenho talento, habilidade ou equipamento para gravar vídeos, escrevamos no blog.

Fica a dica para quem gosta de ler e quer encontrar referências. Ative o sininho, ela posta bastante vídeos, e vale à pena receber as atualizações.

Ter fé

Vou contar uma história.

Era uma vez um lugar não tão perto de uma metrópole. Onde o senso comum ainda era ditado por instituições antiquadras, e as pessoas ainda achavam que ajoelhar no milho te fazia uma pessoa melhor.

Uma família tinha um filho com necessidades especiais. Ele não sobreviveria sem os remédios, que o estado pagava para que tivesse.

Eis que um dia aparece uma pastor novo com sua mulher em uma cadeira de rodas. A mulher podia muito bem andar, só que ninguém sabia disto. Ela ficara tanto tempo apenas na deira de rodas que a musculatura da suas pernas atrofiara. Mas não perdera os movimentos. Por quê teria feito isto? Descubra abaixo.

Um dia, o pastor reuniu um número de pessoas e fazia seu sermão para aquela gente simples, que ficava maravilhada com sua retórica.
Eis que no ápice de sua fala, ele diz para as pessoas que tivessem fé. A fé resolveria todos os problemas. Vira para sua mulher e diz “tenha fé, e ande!”. A mulher se levanta da cadeira de rodas e dá alguns passos em direção ao marido.

Dentre todos os maravilhados, estavam os pais do garoto do começo do texto.
Eles vão em busca dos conselhos do pastor sobre o problema do filho, e ele lhes diz “tenham fé! Joguem fora os remédios, e tenham fé!”

A família jogou fora os remédios.

O garoto morreu.

Evernote

 Evernote se tornou um dos meus serviços preferidos, pelo qual não me importo em desembolsar algum dinheiro para ter algumas ragalias. Calma! Existe também uma versão grátis, que se enquadra melhor para aqueles que utilizarão basicamente texto, e não precisarão acessar sua conta em vários dispositivos.

Mas o que é o Evernote, afinal?
Como pode se ver na Wikipédia, “Evernote é um software destinado a organização da informação pessoal mediante um arquivo de notas.”
Nele você pode editar texto, acrescentar imagens etc. Mas não é só isto. Quando você usar o Evernote, seus arquivos ficam salvos na núvem. O que significa que se o seu computador/celular/tablet for roubado, ou cair em um lago, seu trabalho não será perdido. Basta acessar sua conta de outro dispositivo e seus dados estarão lá.

Se você precisa de planilhas, etc. Talvez não seja a sua escolha ideal. Mas para notas, ele é excelente.

A capacidade de armazenamento não é definida por um número de GB no seu HD virtual. Há um número determinado do quanto você pode fazer de upload por mês. Para a conta gratuita, são 60MB. Você pode fazer até este 60MB de upload em um mês. Não importa quanto espaço seja ocupado pela sua conta, contanto que os arquivos carregados seram iguais ou inferiores à estes 60MB.
Como disse, é ótimo para textos e para algumas imagens.
Já se você, como eu, for um usuário mais pesado de imagens (mostrarei adiante o “esquema” em que trabalho com o Evernote + iPad + teclado wireless).

Seguem os planos e suas limitações:

Quando estou na faculdade, levo comigo meu iPad, o reclado wireless da Apple, e o app do Evernote instalado em meu dispositivo.
Conecto meu iPad ao teclado, e vou digitando. Quando o(a) professor(a) faz um desenho, ou mostra um slide no datashow, qualquer coisa que eu não possa ou não queira escrever, clico no botão da câmera dentro do app do Evernote, e tiro uma foto. A imagem vai direto para a nota que estou construindo. E como estou conectado à rede da faculdade, tudo é sincronizado com a núvem.
Chegando em casa, para estudar o conteúdo dado no dia, simplesmente abro o app do Evernote no computador.
Posso compartilhar minha nota. Posso colocá-la dentro de uma bloco (tenho um caderno para a faculdade, e dentro vários blocos para as diferentes matérias).

Evernote também me ajudou quando meu irmão precisou scanear uns documentos. Poderíamos ter usado o scanner da impressora, mas usar o reconhecimento de documentos do Evernote foi tão mais fácil. Não tivemos que tirar as bordas, transferir os arquivos, nada! Apenas usamos a câmera do meu iPad para transformar o papel em um arquivo digital. E mais! Com o software de reconhecimento de caracteres, os documentos não viram apenas uma imagem, eles são convertidos em caracteres digitais.

E você, já usou o Evernote?

Temer o certo

eko-stoplight-by-damjan-stankovic_1-300x212

Certa vez, quando era mais novo, estava com um de meus pais andando de carro. Paramos no sinal. Um sinal que por acaso tinha um radar, e multaria qualquer um que o ultrapassasse quando fechado. Só que neste dia uma ambulância estava com as sirenes ligadas, indicando que precisava que dessem passagem. Nenhum dos carros da primeira fileira se moveu.
Me lembro também de uma história que meus pais me contaram sobre um amigo deles que encontrou um sujeito baleado na rua. Era tarde e as ruas estavam vazias. O homem sangrava. Ele prestou atendimento e, sujando todo o banco traseiro de seu carro de sangue, levou o desafortunado para um hospital. Depois de assegurar que o cidadão fosse atendido, ele se preparava para ir embora quando o policial que fazia a guarda do hospital o deteve. Sem ter testemunhas de que apenas prestara socorro, se o homem não sobrevivesse, ele teria que se explicar.

Duas situações onde apresentam-se consequências por se fazer a coisa certa. Recorrer de uma multa já é chato, imagine ter seu carro sujo de sangue e ainda por cima o risco de enfrentar acusações criminais. Nem todo mundo tomaria a decisão mais humana. Isto porque no antro familiar é que adquirimos nossas noções de certo e errado, moralmente falando. A sociedade não nos ensina, ela nos condiciona por punições. Sejam estas punições legais, ou a não-aceitação social. O preço que pagamos para viver em sociedade é abrir mão de algumas liberdades, mas nem todo mundo vê a perda de suas liberdades como legítima. Assim, estes conformados mas não coniventes são o alvo das as imposições.

O que hoje em dia é ensinado pelo estado ao cidadãos é temer punições, e não buscar o correto pelo fato de ser o melhor a fazer. Assumir que é uma etapa natural do progresso o controle. Só que o controle atrapalha a colaboração. Se não houvesse o radar na primeira história, mesmo os menos inclinados a fazer sacrifícios colaborariam.

Não estou dizendo que quem largar um homem ensanguentado na porta de um pronto de socorro não deva ser investigado, mas deveríamos dar uma chance às pessoas de bem.

Portal do Esclarecimento

pizza

Há um tempo atrás tive o privilégio de ler alguns textos publicados pelo então administrador do extinto Dattebayo Brasil. Sua eloquência e jeito despojado de escrita me deixaram admirado, e é por isto que venho por meio desta postagem tentar passar adiante alguns de seus “ensinamentos”.

Para quem não teve a oportunidade de conferir o Portal do Esclarecimento, entrem no link para terem acesso à uma cópia do mesmo, tal qual foi publicado.
http://gsardinha.net/arq/pde/

E se não concordar com as coisas ditas aqui, você está errado.

Podcast

Este post é meio que uma continuação do post sobre RSS, já que o sistema é parecido.
Ao invés de serem postagens, de blogs ou notícias, podcasts são episódios de áudio.
Assim como para os feeds de notícias existirem agregadores (como o Feedly), para os podcasts existem apps para reunir o conteúdo. Nestes apps você pode baixar os episódios no seu celular, e ouvir quando estiver sem internet, etc.
É um sistema interessante. E de graça!
Diferente dos audiobooks, que em sua maioria são pagos.

Nos dispositivos da app, com o iOS, existe um aplicativo nativo para ouvir podcasts (claro, se quiser podem ser baixados muitos outros pela Apple Store). No Android é preciso baixar um. Eu uso o Podcast Addict (em sua versão gratuita, com um pequeno banner de propaganda).

Segue uma lista de podcasts que vale a pena dar uma conferida:

  • Global News Podcast (da BBC, em Inglês)
  • Tecnocast (podcast do Tecnoblog)
  • MacMagazine (se você for Macfag)
  • Science Magazine Podcast (em Inglês)
  • Programa do Felipe Hamachi (se você for de direita)
  • Péssima Ideia (não existe mais, mas merece um lugar de honra)