Evernote

 Evernote se tornou um dos meus serviços preferidos, pelo qual não me importo em desembolsar algum dinheiro para ter algumas ragalias. Calma! Existe também uma versão grátis, que se enquadra melhor para aqueles que utilizarão basicamente texto, e não precisarão acessar sua conta em vários dispositivos.

Mas o que é o Evernote, afinal?
Como pode se ver na Wikipédia, “Evernote é um software destinado a organização da informação pessoal mediante um arquivo de notas.”
Nele você pode editar texto, acrescentar imagens etc. Mas não é só isto. Quando você usar o Evernote, seus arquivos ficam salvos na núvem. O que significa que se o seu computador/celular/tablet for roubado, ou cair em um lago, seu trabalho não será perdido. Basta acessar sua conta de outro dispositivo e seus dados estarão lá.

Se você precisa de planilhas, etc. Talvez não seja a sua escolha ideal. Mas para notas, ele é excelente.

A capacidade de armazenamento não é definida por um número de GB no seu HD virtual. Há um número determinado do quanto você pode fazer de upload por mês. Para a conta gratuita, são 60MB. Você pode fazer até este 60MB de upload em um mês. Não importa quanto espaço seja ocupado pela sua conta, contanto que os arquivos carregados seram iguais ou inferiores à estes 60MB.
Como disse, é ótimo para textos e para algumas imagens.
Já se você, como eu, for um usuário mais pesado de imagens (mostrarei adiante o “esquema” em que trabalho com o Evernote + iPad + teclado wireless).

Seguem os planos e suas limitações:

Quando estou na faculdade, levo comigo meu iPad, o reclado wireless da Apple, e o app do Evernote instalado em meu dispositivo.
Conecto meu iPad ao teclado, e vou digitando. Quando o(a) professor(a) faz um desenho, ou mostra um slide no datashow, qualquer coisa que eu não possa ou não queira escrever, clico no botão da câmera dentro do app do Evernote, e tiro uma foto. A imagem vai direto para a nota que estou construindo. E como estou conectado à rede da faculdade, tudo é sincronizado com a núvem.
Chegando em casa, para estudar o conteúdo dado no dia, simplesmente abro o app do Evernote no computador.
Posso compartilhar minha nota. Posso colocá-la dentro de uma bloco (tenho um caderno para a faculdade, e dentro vários blocos para as diferentes matérias).

Evernote também me ajudou quando meu irmão precisou scanear uns documentos. Poderíamos ter usado o scanner da impressora, mas usar o reconhecimento de documentos do Evernote foi tão mais fácil. Não tivemos que tirar as bordas, transferir os arquivos, nada! Apenas usamos a câmera do meu iPad para transformar o papel em um arquivo digital. E mais! Com o software de reconhecimento de caracteres, os documentos não viram apenas uma imagem, eles são convertidos em caracteres digitais.

E você, já usou o Evernote?

Temer o certo

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Certa vez, quando era mais novo, estava com um de meus pais andando de carro. Paramos no sinal. Um sinal que por acaso tinha um radar, e multaria qualquer um que o ultrapassasse quando fechado. Só que neste dia uma ambulância estava com as sirenes ligadas, indicando que precisava que dessem passagem. Nenhum dos carros da primeira fileira se moveu.
Me lembro também de uma história que meus pais me contaram sobre um amigo deles que encontrou um sujeito baleado na rua. Era tarde e as ruas estavam vazias. O homem sangrava. Ele prestou atendimento e, sujando todo o banco traseiro de seu carro de sangue, levou o desafortunado para um hospital. Depois de assegurar que o cidadão fosse atendido, ele se preparava para ir embora quando o policial que fazia a guarda do hospital o deteve. Sem ter testemunhas de que apenas prestara socorro, se o homem não sobrevivesse, ele teria que se explicar.

Duas situações onde apresentam-se consequências por se fazer a coisa certa. Recorrer de uma multa já é chato, imagine ter seu carro sujo de sangue e ainda por cima o risco de enfrentar acusações criminais. Nem todo mundo tomaria a decisão mais humana. Isto porque no antro familiar é que adquirimos nossas noções de certo e errado, moralmente falando. A sociedade não nos ensina, ela nos condiciona por punições. Sejam estas punições legais, ou a não-aceitação social. O preço que pagamos para viver em sociedade é abrir mão de algumas liberdades, mas nem todo mundo vê a perda de suas liberdades como legítima. Assim, estes conformados mas não coniventes são o alvo das as imposições.

O que hoje em dia é ensinado pelo estado ao cidadãos é temer punições, e não buscar o correto pelo fato de ser o melhor a fazer. Assumir que é uma etapa natural do progresso o controle. Só que o controle atrapalha a colaboração. Se não houvesse o radar na primeira história, mesmo os menos inclinados a fazer sacrifícios colaborariam.

Não estou dizendo que quem largar um homem ensanguentado na porta de um pronto de socorro não deva ser investigado, mas deveríamos dar uma chance às pessoas de bem.

Portal do Esclarecimento

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Há um tempo atrás tive o privilégio de ler alguns textos publicados pelo então administrador do extinto Dattebayo Brasil. Sua eloquência e jeito despojado de escrita me deixaram admirado, e é por isto que venho por meio desta postagem tentar passar adiante alguns de seus “ensinamentos”.

Para quem não teve a oportunidade de conferir o Portal do Esclarecimento, entrem no link para terem acesso à uma cópia do mesmo, tal qual foi publicado.
http://gsardinha.net/arq/pde/

E se não concordar com as coisas ditas aqui, você está errado.

Podcast

Este post é meio que uma continuação do post sobre RSS, já que o sistema é parecido.
Ao invés de serem postagens, de blogs ou notícias, podcasts são episódios de áudio.
Assim como para os feeds de notícias existirem agregadores (como o Feedly), para os podcasts existem apps para reunir o conteúdo. Nestes apps você pode baixar os episódios no seu celular, e ouvir quando estiver sem internet, etc.
É um sistema interessante. E de graça!
Diferente dos audiobooks, que em sua maioria são pagos.

Nos dispositivos da app, com o iOS, existe um aplicativo nativo para ouvir podcasts (claro, se quiser podem ser baixados muitos outros pela Apple Store). No Android é preciso baixar um. Eu uso o Podcast Addict (em sua versão gratuita, com um pequeno banner de propaganda).

Segue uma lista de podcasts que vale a pena dar uma conferida:

  • Global News Podcast (da BBC, em Inglês)
  • Tecnocast (podcast do Tecnoblog)
  • MacMagazine (se você for Macfag)
  • Science Magazine Podcast (em Inglês)
  • Programa do Felipe Hamachi (se você for de direita)
  • Péssima Ideia (não existe mais, mas merece um lugar de honra)

RSS

Nunca ouviu falar em RSS?
Recebe todas as atualizações rolando a barra do Facebook?
Bem, se você acompanhar de 2 à 4 sites e é só, tudo bem. Mas se já passam das dezenas  as páginas que você acompanha, e muitos deles são de conteúdo que se encontram em páginas fora do Facebook, saiba que pode haver um certo problema.

O Facebook é muito legalzinho. Renúne os seus contatos e várias páginas interessantes, tudo isto numa plataforma só. Permite você compartilhar suas fotos (com alguma compressão) e vídeos gratuitamente (bem, como não existe almoço grátis, tem lá seu preço). Eu poderia escrever uma postagem inteira só falando dos prós e contras (e dos prós que na verdade são contras), mas este não é o objetivo aqui. No entanto, há um contra que precisa ser tratado: o algorítmo do Facebook.
Diferente do Twitter, as postagens não simplesmente obedecem à ordem de “chegada” ao site. O algorítmo do Facebook acaba escolhendo o que exibir para você.
Fora a enorme perda de tempo que você tem ao sem querer passar os olhos no resto do site e acabar ficando mais meia horinha fazendo nada de produtivo.
Que você fique mais tempo preso no site, é tudo que eles querem.

Hoje em dia (na verdade, já faz um tempinho) existem meios de obter seu conteúdo sem precisar de intermediadores, direto da fonte. Conheça o RSS!

O RSS nada mais é que um arquivo XML com o conteúdo do site.
Calma, você não precisa saber o que é XML!
Basicamente é uma lista onde aparece apenas o conteúdo, sem formatação.
Você pega esta lista, coloca em um programa ou site que a armazene e junte com outras listas do tipo, e pronto! Você estará pronto(a) para navegar nas atualizações do conteúdo que escolher.

Mas por que eu deveria fazer isto, não é muito mais fácil apenas entrar nos sites em questão?
Sim e não. Se forem uns 3 sites, é humanamente viável acompanhá-los manualmente. Mas imagine se forem 50 sites. Como você saberia se todos tiveram atualizações? Depender do Facebook? E se as páginas no Facebook só postarem conteúdos selecionados, vai deixar o resto passar?

Aceita minha dica?
Muito bem!
Então entre no site do Feedly, que é um agregador online de feeds RSS (fontes), faça sua conta (ou use o login do Facebook ou Google Plus).
Nele não é nem preciso ir atrás do link do RSS, apenas colocar o endereço da página e começar a usar.
Acompanhe quantos sites quiser!

 

Existe também um app do Feedly, para você acompanhar seu feeds do celular ou iPad.

Boicote

Vem havendo umas confusões na internet por conta de uma organização que fez uma exposição, deixando alguns ofendidos.
Uns resolveram boicotar a organização, e outros disseram que era uma censura.

Essa discussão levanta um ponto interessante.
Como membros da sociedade, temos poder. Temos o poder de voto, temos poder de reivindicar nossos direitos… e temos poder, poucos lembram, como consumidores.

Já diz minha mãe: o órgão mais sensível do corpo humano é o bolso.

Para fazer um boicote, não é preciso exigir do governo uma mudança. Não é preciso fazer um abaixo assinado pedindo para passarem uma lei. Basta se organizar, por uma rede social qualquer mesmo, e dizer: se não for do nosso jeito, não compramos.
O resultado chega mais rápido do que se pode esperar. Afinal, nenhuma empresa quer ficar mal aos olhos dos consumidores.

E ninguém vai querer anunciar em algum lugar mal visto. Por estas e outras o YouTube até mudou sua política quanto à anúncios em páginas polêmicas.

Reclamam tanto de certas emissoras de televisão, mas não vejo se organizarem para não comprar os produtos anunciados no intervalo. O dia em que o sabão em pó anunciado perceber que está perdendo consumudores porque a tv em que anuncia está exibindo um conteúdo que não agrade os telespectadores, a maré irá mudar.

Fica aqui meu desabafo, pela cultura do boicote.

Gyotaku

É uma técnica japonesa milenar de imprimir as formas dos peixes em papel. Foi citado pela minha professora durante a aula, e como teríamos de pensar em imagens para utilizar nos processos históricos, eu e a Fernanda Kraemer resolvemos nos aventurar nas gravuras dos peixes.

Foi decidido que usaríamos nankin e papéis com uma gramatura não muito elevada.

Compramos nankin numa papelaria, e já tinhamos os pinceis e papéis.
Viajamos de SP para Niterói-RJ, onde fica a casa da minha família.
Compramos uma tilápia na peixaria do supermercado.

Em casa, na bancada, usamos uma forma para não haver o risco de sujar tudo ao redor de tinta. Fernanda secou bastante o peixe com papel toalha, e depois aplicou a tinta.
É bom que os peixe não tenha tido suas entranhas removidas, para não perder o volume, e que não tenha sido descamado, pois as escamas são o que mais nos interessa para dar a forma.

Chegada a hora do papel, os resultados não estavam saindo como esperávamos.
Mas descobrimos que foi porque estávamos fazendo o contato do papel com toda a superfície do peixe voltada para cima. Basicamente, o mesmo problema que os cartógrafos encontram ao representar num plano a superfície do planeta.
A solução foi pressionar o papel apenas na área mais preeminente do peixe.
Aqui está um vídeo do processo, antes de termos aperfeiçoado a questão da curvatura do peixe.
Ah! Tentamos com uns papéis de menor gramatura, mas o que melhor nos serviu foi o sulfite (sim, este comum para impressora).

Se gostaram da ideia e resolverem fazer também, fica aí minha dica:

PixelCanvas.io

Quer brincar de desenhar pixel por pixel de forma colaborativa (ou talvez nem tanto) com pessoas de toda a internet?
PixelCanvas.io é um site onde existe uma grade que pode ser preenchida manualmente, apenas escolhendo a cor da clicando onde deseja que ela seja pintada.

Mas o site não é um Paint virtual. Existem regras, e grupos que “lutam” por território. Também, como não existe almoço grátis, o site tem propagandas.

Você pode pintar por cima de algum “pixel” já colorido. O que é bem comum, aliáis. Grupos, como o de países ou times diferente, disputam espaço para destacar suas pinturas.

E como nem tudo são flores, você tem que espera um tempo determinado para pintar o próximo quadradinho.

Vale a pena dar uma olhada. E se quiser se envolver, já existem páginas de discussão por ai.

Crypt Raider


http://www.miniclip.com/games/crypt-raider/en/

 

  1. l3VIFNXL6O0 [YouTube]
  2. l1GDCJTH4BU [YouTube]
  3. lDIIBX80DTS [YouTube]
  4. lZ4DJKCGM46 [YouTube]
  5. lY8BUJAAHML [YouTube]
  6. l3DQ84AHPJ2 [YouTube]
  7. lUATCLAZHAU [YouTube]
  8. lUATCLAZHAU [YouTube]
  9. lXPQ5V9CO5S [YouTube]
  10. lPXAA197342
  11. lUZLUV05WJ5
  12. lIHFREW7HFB
  13. l8I1NH0NLMS
  14. lL0LOD3SNZQ
  15. lV9HLCQJW0Z
  16. lWVJKG7WORV
  17. lGE5EEHX239
  18. lB9Z887UJ0P
  19. l2GYU2W1AKA
  20. lCFF6Z4PWAQ

Como ativar Warcraft 3 pelo serial

Warcraft 3 voltou a funcionar no Mac!
Sim, eu sei, Mac não serve para jogo, por isto esta porcaria tinha parado de funcionar. Eles atualizaram o OS e o pessoal da Blizzard não atualizou o jogo junto, por isto não funcionava mais, apesar de ter versão para o Mac OS X. Agora, no MacOS Sierra, resolveram mexer os pauzinhos e trazer o jogo de volta a vida. Nem tive que comprá-lo de novo, bastou usar o serial que veio junto com o disco (meu MacBook nem tem entrada para CD) e pude baixa-lo do site da Blizzard.

Para quem se interessar, para recuperar seu jogo à partir do serial, siga os passos:

1- Cria uma conta gratuitamente no battle.net http://us.battle.net/ (ou usar a que já tem, dã)
2- Logado na sua conta, entre neste link e insira o código serial: https://us.battle.net/account/management/claim-code.html
3- Se tudo der certo, sua conta será ativada, vá então para o seguinte link, e baixe o jogo (link se encontra lá no final) https://us.battle.net/account/management/download/

Se tiver Mac, baixe o para Mac, quem tiver Windows baixe o para Windows.


P.S.

Uma atualização do Warcraft 3 (1.28 patch) está dando uns problemas na hora de instalar/atualizar. Ainda não consegui resolver o problema. NÃO recomendo comprar o jogo no momento, pois este problema impossibilita jogar. Se alguém tiver conseguindo resolver, poste um comentário, por favor.


P.S. 2

Problema resolvido!
Entrei em contato com o suporte da Blizzard, e eles me informaram que os códigos seriais dos jogos (inclusive os comprados pelo site) podem ser encontrados em Gerenciamento de Contas. Entre no link, role a tela para baixo e você encontrará ícones do Warcraft que lhe levarão à uma página onde se encontram os códigos. Bom jogo!
* Um problema que surgiu nesta nova versão (agora a opção de jogar a expansão ou não, é para ser feita de dentro do jogo)  é que os hot corners estão sendo reconhecidos mesmo quando o jogo está em tela cheia, coisa que não acontecia antes. A solução, não tão prática, é desativar nas configurações do Mac os hot corners antes de começar a jogar.