TLT – Tatiana Feltrin

tatianagfeltrin; acho que o único canal, além do meu, que eu sei a URL de cabeça. E não é à toa. Um dos melhores O melhor canal literário em Português do YouTube. Ávida leitora, Tatiana espalha através do sua página o seu entusiasmo pelos livros.

O nome do canal, TLT, é abreviatura de “tiny little things”. Só que muita gente não compreendia direito e acabava trocando as palavras (“tiny little lies” o.O ?), e ela acaba usando só a sigla agora. No começo era para tratar também de filmes e outras coisas pequenas, mas o pessoal se interessou de tal forma pelos livros que o canal acabou enviesando para este lado.

Além da óbvia qualidade do conteúdo, algumas coisas que tornam o TLT interessante são suas propostas, como leituras conjuntasvocê escolhecaixa postal, etc.

Dá até vontade de ter um canal literário. Por quê? Pra começar, quem dá uma olhava em meia dúzia de vídeos da Tatiana, percebe que ela recebe muitos livros das parcerias e dos fãs. Ah, eu só me imagino recebendo um monte de livros pelo correio! Mas como não tenho talento, habilidade ou equipamento para gravar vídeos, escrevamos no blog.

Fica a dica para quem gosta de ler e quer encontrar referências. Ative o sininho, ela posta bastante vídeos, e vale à pena receber as atualizações.

PEXELS

PEXELS é um site onde você pode obter imagens sem se preocupar com direitos autorais, pois as imagens expostas lá são livres para serem usadas.

Como eles ganham dinheiro para de manter? Depois que terminam as imagens gratuitas numa pesquisa, aparecem propagandas de imagens pagas. Cuidado para não baixá-las sem querer, estas tem direitos autorais restritos!

Ademais, sinta-se livre para navegar e baixar. As imagens são de ótima qualidade. É de lá que busco as imagens que ilustram algumas das postagens daqui. Além de serem boas, não vão me dar dor de cabeça com ninguém reclamando seu direito de uso.

 

Evernote

 Evernote se tornou um dos meus serviços preferidos, pelo qual não me importo em desembolsar algum dinheiro para ter algumas ragalias. Calma! Existe também uma versão grátis, que se enquadra melhor para aqueles que utilizarão basicamente texto, e não precisarão acessar sua conta em vários dispositivos.

Mas o que é o Evernote, afinal?
Como pode se ver na Wikipédia, “Evernote é um software destinado a organização da informação pessoal mediante um arquivo de notas.”
Nele você pode editar texto, acrescentar imagens etc. Mas não é só isto. Quando você usar o Evernote, seus arquivos ficam salvos na núvem. O que significa que se o seu computador/celular/tablet for roubado, ou cair em um lago, seu trabalho não será perdido. Basta acessar sua conta de outro dispositivo e seus dados estarão lá.

Se você precisa de planilhas, etc. Talvez não seja a sua escolha ideal. Mas para notas, ele é excelente.

A capacidade de armazenamento não é definida por um número de GB no seu HD virtual. Há um número determinado do quanto você pode fazer de upload por mês. Para a conta gratuita, são 60MB. Você pode fazer até este 60MB de upload em um mês. Não importa quanto espaço seja ocupado pela sua conta, contanto que os arquivos carregados seram iguais ou inferiores à estes 60MB.
Como disse, é ótimo para textos e para algumas imagens.
Já se você, como eu, for um usuário mais pesado de imagens (mostrarei adiante o “esquema” em que trabalho com o Evernote + iPad + teclado wireless).

Seguem os planos e suas limitações:

Quando estou na faculdade, levo comigo meu iPad, o teclado wireless da Apple, e o app do Evernote instalado em meu dispositivo.
Conecto meu iPad ao teclado, e vou digitando. Quando o(a) professor(a) faz um desenho, ou mostra um slide no datashow, qualquer coisa que eu não possa ou não queira escrever, clico no botão da câmera dentro do app do Evernote, e tiro uma foto. A imagem vai direto para a nota que estou construindo. E como estou conectado à rede da faculdade, tudo é sincronizado com a núvem.
Chegando em casa, para estudar o conteúdo dado no dia, simplesmente abro o app do Evernote no computador.
Posso compartilhar minha nota. Posso colocá-la dentro de uma bloco (tenho um caderno para a faculdade, e dentro vários blocos para as diferentes matérias).

Evernote também me ajudou quando meu irmão precisou scanear uns documentos. Poderíamos ter usado o scanner da impressora, mas usar o reconhecimento de documentos do Evernote foi tão mais fácil. Não tivemos que tirar as bordas, transferir os arquivos, nada! Apenas usamos a câmera do meu iPad para transformar o papel em um arquivo digital. E mais! Com o software de reconhecimento de caracteres, os documentos não viram apenas uma imagem, eles são convertidos em caracteres digitais.

E você, já usou o Evernote?

Temer o certo

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Certa vez, quando era mais novo, estava com um de meus pais andando de carro. Paramos no sinal. Um sinal que por acaso tinha um radar, e multaria qualquer um que o ultrapassasse quando fechado. Só que neste dia uma ambulância estava com as sirenes ligadas, indicando que precisava que dessem passagem. Nenhum dos carros da primeira fileira se moveu.
Me lembro também de uma história que meus pais me contaram sobre um amigo deles que encontrou um sujeito baleado na rua. Era tarde e as ruas estavam vazias. O homem sangrava. Ele prestou atendimento e, sujando todo o banco traseiro de seu carro de sangue, levou o desafortunado para um hospital. Depois de assegurar que o cidadão fosse atendido, ele se preparava para ir embora quando o policial que fazia a guarda do hospital o deteve. Sem ter testemunhas de que apenas prestara socorro, se o homem não sobrevivesse, ele teria que se explicar.

Duas situações onde apresentam-se consequências por se fazer a coisa certa. Recorrer de uma multa já é chato, imagine ter seu carro sujo de sangue e ainda por cima o risco de enfrentar acusações criminais. Nem todo mundo tomaria a decisão mais humana. Isto porque no antro familiar é que adquirimos nossas noções de certo e errado, moralmente falando. A sociedade não nos ensina, ela nos condiciona por punições. Sejam estas punições legais, ou a não-aceitação social. O preço que pagamos para viver em sociedade é abrir mão de algumas liberdades, mas nem todo mundo vê a perda de suas liberdades como legítima.

O que hoje em dia o que é ensinado pelo estado ao cidadãos é temer punições, e não buscar o correto pelo fato de ser o melhor a fazer. Assumir que é uma etapa natural do progresso o controle. Só que o controle atrapalha a colaboração. Se não houvesse o radar na primeira história, mesmo os menos inclinados a fazer sacrifícios colaborariam.

Não estou dizendo que quem largar um homem ensanguentado na porta de um pronto de socorro não deva ser investigado, mas deveríamos dar uma chance às pessoas de bem.

Gyotaku

É uma técnica japonesa milenar de imprimir as formas dos peixes em papel. Foi citado pela minha professora durante a aula, e como teríamos de pensar em imagens para utilizar nos processos históricos, eu e a Fernanda Kraemer resolvemos nos aventurar nas gravuras dos peixes.

Foi decidido que usaríamos nankin e papéis com uma gramatura não muito elevada.

Compramos nankin numa papelaria, e já tinhamos os pinceis e papéis.
Viajamos de SP para Niterói-RJ, onde fica a casa da minha família.
Compramos uma tilápia na peixaria do supermercado.

Em casa, na bancada, usamos uma forma para não haver o risco de sujar tudo ao redor de tinta. Fernanda secou bastante o peixe com papel toalha, e depois aplicou a tinta.
É bom que os peixe não tenha tido suas entranhas removidas, para não perder o volume, e que não tenha sido descamado, pois as escamas são o que mais nos interessa para dar a forma.

Chegada a hora do papel, os resultados não estavam saindo como esperávamos.
Mas descobrimos que foi porque estávamos fazendo o contato do papel com toda a superfície do peixe voltada para cima. Basicamente, o mesmo problema que os cartógrafos encontram ao representar num plano a superfície do planeta.
A solução foi pressionar o papel apenas na área mais preeminente do peixe.
Aqui está um vídeo do processo, antes de termos aperfeiçoado a questão da curvatura do peixe.
Ah! Tentamos com uns papéis de menor gramatura, mas o que melhor nos serviu foi o sulfite (sim, este comum para impressora).

Se gostaram da ideia e resolverem fazer também, fica aí minha dica:

Como ativar Warcraft 3 pelo serial (sem CD)

Warcraft 3 voltou a funcionar no Mac!
Sim, eu sei, Mac não serve para jogo, por isto esta porcaria tinha parado de funcionar. Eles atualizaram o OS e o pessoal da Blizzard não atualizou o jogo junto, por isto não funcionava mais, apesar de ter versão para o Mac OS X. Agora, no MacOS Sierra, resolveram mexer os pauzinhos e trazer o jogo de volta a vida. Nem tive que comprá-lo de novo, bastou usar o serial que veio junto com o disco (meu MacBook nem tem entrada para CD) e pude baixa-lo do site da Blizzard.

Para quem se interessar, para recuperar seu jogo à partir do serial, siga os passos:

1- Cria uma conta gratuitamente no battle.net http://us.battle.net/ (ou usar a que já tem, dã)
2- Logado na sua conta, entre neste link e insira o código serial: https://us.battle.net/account/management/claim-code.html
3- Se tudo der certo, sua conta será ativada, vá então para o seguinte link, e baixe o jogo (link se encontra lá no final) https://us.battle.net/account/management/download/

Se tiver Mac, baixe o para Mac, quem tiver Windows baixe o para Windows.


P.S.

Uma atualização do Warcraft 3 (1.28 patch) está dando uns problemas na hora de instalar/atualizar. Ainda não consegui resolver o problema. NÃO recomendo comprar o jogo no momento, pois este problema impossibilita jogar. Se alguém tiver conseguindo resolver, poste um comentário, por favor.


P.S. 2

Problema resolvido!
Entrei em contato com o suporte da Blizzard, e eles me informaram que os códigos seriais dos jogos (inclusive os comprados pelo site) podem ser encontrados em Gerenciamento de Contas. Entre no link, role a tela para baixo e você encontrará ícones do Warcraft que lhe levarão à uma página onde se encontram os códigos. Bom jogo!
* Um problema que surgiu nesta nova versão (agora a opção de jogar a expansão ou não, é para ser feita de dentro do jogo)  é que os hot corners estão sendo reconhecidos mesmo quando o jogo está em tela cheia, coisa que não acontecia antes. A solução, não tão prática, é desativar nas configurações do Mac os hot corners antes de começar a jogar.