Apple; cabo Lightning x SD

Comprei este cabo para passar as fotos do cartão para o iPad. Funciona para passar para o iPhone também, mas acho melhor para o iPad mesmo.
Funciona mesmo com as fotos em RAW.

Não seria para substituir o uso do computador, mas para dar uma adiantada em algumas fotos e deixar o pessoal feliz. Afinal, os clientes querem as fotos para ontem. O que pode ser feito, é dar uma editada básica em umas 2 ou 3 fotos, e passar como uma prévia do trabalho.
*Muito cuidado: na hora que você importa as fotos para o iPad/iPhone, ele pergunta se você quer apagar as fotos do cartão. NÃO queremos isto. O ideal é passar as fotos para o computador depois, para editar no seu software de preferência lá. Os programas do computador são mais completos que os editores para mobile.

Falo para casos como os que eu já passei: fui fotografar a apresentação de uma banda de uns amigos meus, depois do show fomos para a casa de um deles. Eles ficaram me cobrando as fotos, que eu passasse algumas sem editar. Eu, é claro, não quis passar fotos sem editar. Eles reclamaram. Se eu tivesse este esquema na época, poderia ter passado para o iPad as fotos, dado uma edição básica no Lightroom Mobile, e passado para eles algumas fotos para irem ao Facebook e Instagram no mesmo dia que foi feita a apresentação. Depois, publicado o álbum com todas as fotos que quisesse publicar.

Você pode comprar o cabo em uma das lojas da Apple, ou pelo site. Se pagar à vista tem 10% de desconto. Não, não estou ganhando nada por fazer propaganda.

Photoshop vs. Lightroom

Afinal, qual é o melhor?!?!?!?!

Calma, não é bem assim.
Photoshop e Lightroom se completam. Sim, ambos tem recursos para edição de imagens, mas usar um não significa que você não deva também usar o outro. A Adobe não faria um programa que fosse canibalizar o mercado do outro. Inclusive, eles são vendidos juntos no Plano de Fotografia da Creative Cloud.

Já me disseram que “o Lightroom é um Photoshop com recursos voltados para o fotografia“. Este simplificação me deixou com um pé atrás quanto à utilizar este programa. Para que eu precisaria aprender a mexer com o Lightroom, se já sei mexer no Photoshop? Não se deixe levar por uma afirmação destas, vale à pena aprender os dois.

Se você quer organizar seu catálogo, o Lightroom é o seu cara. Não dependa do visualizador de imagens do Windows ou do Mac OS.
Suponhamos que você queira levar seu computador para mostrar ao vivo seu portfólio para seu cliente. Mostrou uma série de fotos, até ai tudo bem. Mas então o cliente pede para você mostrar só as fotos relacionadas à casamento. E depois, dentre as fotos de casamento, as que você considera como sendo as melhores. Você teria que ficar mexendo em pastas, e escolhendo na hora as fotos na frente do cliente, não pega bem. Com o Lightroom, bastaria que você tivesse o hábito de colocar metadados nas suas imagens que tudo estaria resolvido. Seria só clicar na categoria casamento, depois escolher para mostrar as imagens que tivessem apenas mais de 4 estrelas (ou só as de 5).


Além do que, quando você faz edições nas imagens dentro do Lightroom, elas não são destrutivas. Ou seja, não afetam as imagens em si. No Lightroom criam-se os chamados Catálogos, que são arquivos onde ficam guardados os dados relativos às edições nas imagens. Vamos supor que você crie um catálogo chamado Futebol. Importa para lá as imagens que estão em alguma parte do seu disco. Então você edita a claridade, as cores, etc. As edições não ficam salvas nos arquivos (.jpg etc.), e sim no seu catálogo. A vantagem disso é que não ocupa tanto espaço quando ocuparia no Photoshop, no qual você tem que salvar as edições em um arquivo novo (ocupando mais espaço no disco), ou no mesmo arquivo (edição destrutiva, pois grava por cima as informações e você perde as informações anteriores).
Se quiser obter as imagens com as devidas alterações, para publicar, etc., basta exportar. E você não precisa exportar o catálogo inteiro. Se quiser, basta passar pela mesma seleção descrita anteriormente, e exportar só as melhores.

O Photoshop também não há de ser despresado. Ele pode fazer uma penca de coisas que o Lightroom não pode. Ele também é usado em outras áreas além da fotografia, como design gráfico, etc. Inclusive, você pode estar editando uma imagem no Lightroom, e vê que precisa aplicar nela um recurso que só tem no Photoshop. Pode-se escolher abri-la no Photoshop, fazer a edição e depois voltar a editar no Lightroom.

Bem, posso ter puxado um pouco minha sardinha pra o Lightroom, mas meu objetivo aqui é mostrar que ele não deve ser ignorado em virtude da versatilidade do Photoshop.

TLT – Tatiana Feltrin

tatianagfeltrin; acho que o único canal, além do meu, que eu sei a URL de cabeça. E não é à toa. Um dos melhores O melhor canal literário em Português do YouTube. Ávida leitora, Tatiana espalha através do sua página o seu entusiasmo pelos livros.

O nome do canal, TLT, é abreviatura de “tiny little things”. Só que muita gente não compreendia direito e acabava trocando as palavras (“tiny little lies” o.O ?), e ela acaba usando só a sigla agora. No começo era para tratar também de filmes e outras coisas pequenas, mas o pessoal se interessou de tal forma pelos livros que o canal acabou enviesando para este lado.

Além da óbvia qualidade do conteúdo, algumas coisas que tornam o TLT interessante são suas propostas, como leituras conjuntasvocê escolhecaixa postal, etc.

Dá até vontade de ter um canal literário. Por quê? Pra começar, quem dá uma olhava em meia dúzia de vídeos da Tatiana, percebe que ela recebe muitos livros das parcerias e dos fãs. Ah, eu só me imagino recebendo um monte de livros pelo correio! Mas como não tenho talento, habilidade ou equipamento para gravar vídeos, escrevamos no blog.

Fica a dica para quem gosta de ler e quer encontrar referências. Ative o sininho, ela posta bastante vídeos, e vale à pena receber as atualizações.

PEXELS

PEXELS é um site onde você pode obter imagens sem se preocupar com direitos autorais, pois as imagens expostas lá são livres para serem usadas.

Como eles ganham dinheiro para de manter? Depois que terminam as imagens gratuitas numa pesquisa, aparecem propagandas de imagens pagas. Cuidado para não baixá-las sem querer, estas tem direitos autorais restritos!

Ademais, sinta-se livre para navegar e baixar. As imagens são de ótima qualidade. É de lá que busco as imagens que ilustram algumas das postagens daqui. Além de serem boas, não vão me dar dor de cabeça com ninguém reclamando seu direito de uso.

 

Evernote

 Evernote se tornou um dos meus serviços preferidos, pelo qual não me importo em desembolsar algum dinheiro para ter algumas ragalias. Calma! Existe também uma versão grátis, que se enquadra melhor para aqueles que utilizarão basicamente texto, e não precisarão acessar sua conta em vários dispositivos.

Mas o que é o Evernote, afinal?
Como pode se ver na Wikipédia, “Evernote é um software destinado a organização da informação pessoal mediante um arquivo de notas.”
Nele você pode editar texto, acrescentar imagens etc. Mas não é só isto. Quando você usar o Evernote, seus arquivos ficam salvos na núvem. O que significa que se o seu computador/celular/tablet for roubado, ou cair em um lago, seu trabalho não será perdido. Basta acessar sua conta de outro dispositivo e seus dados estarão lá.

Se você precisa de planilhas, etc. Talvez não seja a sua escolha ideal. Mas para notas, ele é excelente.

A capacidade de armazenamento não é definida por um número de GB no seu HD virtual. Há um número determinado do quanto você pode fazer de upload por mês. Para a conta gratuita, são 60MB. Você pode fazer até este 60MB de upload em um mês. Não importa quanto espaço seja ocupado pela sua conta, contanto que os arquivos carregados seram iguais ou inferiores à estes 60MB.
Como disse, é ótimo para textos e para algumas imagens.
Já se você, como eu, for um usuário mais pesado de imagens (mostrarei adiante o “esquema” em que trabalho com o Evernote + iPad + teclado wireless).

Seguem os planos e suas limitações:

Quando estou na faculdade, levo comigo meu iPad, o teclado wireless da Apple, e o app do Evernote instalado em meu dispositivo.
Conecto meu iPad ao teclado, e vou digitando. Quando o(a) professor(a) faz um desenho, ou mostra um slide no datashow, qualquer coisa que eu não possa ou não queira escrever, clico no botão da câmera dentro do app do Evernote, e tiro uma foto. A imagem vai direto para a nota que estou construindo. E como estou conectado à rede da faculdade, tudo é sincronizado com a núvem.
Chegando em casa, para estudar o conteúdo dado no dia, simplesmente abro o app do Evernote no computador.
Posso compartilhar minha nota. Posso colocá-la dentro de uma bloco (tenho um caderno para a faculdade, e dentro vários blocos para as diferentes matérias).

Evernote também me ajudou quando meu irmão precisou scanear uns documentos. Poderíamos ter usado o scanner da impressora, mas usar o reconhecimento de documentos do Evernote foi tão mais fácil. Não tivemos que tirar as bordas, transferir os arquivos, nada! Apenas usamos a câmera do meu iPad para transformar o papel em um arquivo digital. E mais! Com o software de reconhecimento de caracteres, os documentos não viram apenas uma imagem, eles são convertidos em caracteres digitais.

E você, já usou o Evernote?

Temer o certo

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Certa vez, quando era mais novo, estava com um de meus pais andando de carro. Paramos no sinal. Um sinal que por acaso tinha um radar, e multaria qualquer um que o ultrapassasse quando fechado. Só que neste dia uma ambulância estava com as sirenes ligadas, indicando que precisava que dessem passagem. Nenhum dos carros da primeira fileira se moveu.
Me lembro também de uma história que meus pais me contaram sobre um amigo deles que encontrou um sujeito baleado na rua. Era tarde e as ruas estavam vazias. O homem sangrava. Ele prestou atendimento e, sujando todo o banco traseiro de seu carro de sangue, levou o desafortunado para um hospital. Depois de assegurar que o cidadão fosse atendido, ele se preparava para ir embora quando o policial que fazia a guarda do hospital o deteve. Sem ter testemunhas de que apenas prestara socorro, se o homem não sobrevivesse, ele teria que se explicar.

Duas situações onde apresentam-se consequências por se fazer a coisa certa. Recorrer de uma multa já é chato, imagine ter seu carro sujo de sangue e ainda por cima o risco de enfrentar acusações criminais. Nem todo mundo tomaria a decisão mais humana. Isto porque no antro familiar é que adquirimos nossas noções de certo e errado, moralmente falando. A sociedade não nos ensina, ela nos condiciona por punições. Sejam estas punições legais, ou a não-aceitação social. O preço que pagamos para viver em sociedade é abrir mão de algumas liberdades, mas nem todo mundo vê a perda de suas liberdades como legítima.

O que hoje em dia o que é ensinado pelo estado ao cidadãos é temer punições, e não buscar o correto pelo fato de ser o melhor a fazer. Assumir que é uma etapa natural do progresso o controle. Só que o controle atrapalha a colaboração. Se não houvesse o radar na primeira história, mesmo os menos inclinados a fazer sacrifícios colaborariam.

Não estou dizendo que quem largar um homem ensanguentado na porta de um pronto de socorro não deva ser investigado, mas deveríamos dar uma chance às pessoas de bem.

Gyotaku

É uma técnica japonesa milenar de imprimir as formas dos peixes em papel. Foi citado pela minha professora durante a aula, e como teríamos de pensar em imagens para utilizar nos processos históricos, eu e a Fernanda Kraemer resolvemos nos aventurar nas gravuras dos peixes.

Foi decidido que usaríamos nankin e papéis com uma gramatura não muito elevada.

Compramos nankin numa papelaria, e já tinhamos os pinceis e papéis.
Viajamos de SP para Niterói-RJ, onde fica a casa da minha família.
Compramos uma tilápia na peixaria do supermercado.

Em casa, na bancada, usamos uma forma para não haver o risco de sujar tudo ao redor de tinta. Fernanda secou bastante o peixe com papel toalha, e depois aplicou a tinta.
É bom que os peixe não tenha tido suas entranhas removidas, para não perder o volume, e que não tenha sido descamado, pois as escamas são o que mais nos interessa para dar a forma.

Chegada a hora do papel, os resultados não estavam saindo como esperávamos.
Mas descobrimos que foi porque estávamos fazendo o contato do papel com toda a superfície do peixe voltada para cima. Basicamente, o mesmo problema que os cartógrafos encontram ao representar num plano a superfície do planeta.
A solução foi pressionar o papel apenas na área mais preeminente do peixe.
Aqui está um vídeo do processo, antes de termos aperfeiçoado a questão da curvatura do peixe.
Ah! Tentamos com uns papéis de menor gramatura, mas o que melhor nos serviu foi o sulfite (sim, este comum para impressora).

Se gostaram da ideia e resolverem fazer também, fica aí minha dica: